No mundo digital e capitalista em que vivemos, é difícil juntar ética e "economia".
"Economia" (assim, entre aspas) porque piratear sistemas operacionais e programas diversos não é economizar dinheiro. É, simplesmente, imitar o ato de todos que compram CDs piratas por cinco reais e, deste modo, evitam gastar, no mínimo, três vezes o valor comprando um CD original. Esclarecendo:
Instalar um Windows XP pirata (a partir de um CD que você arranjou com um amigo, por exemplo) sai de graça, enquanto comprar o sistema original numa loja, sairia, por baixo, 500 reais.
Portanto, o usuário de computador que, por alguma infelicidade, teve problemas no seu sistema operacional, não vai nem cogitar a possibilidade de gastar uma quantia maior que o salário mínimo brasileiro comprando o CD original.
É inviável haver uma fiscalização para este tipo de pirataria.
Não dá para sair de porta em porta e checar se o computador do Seu Zé tem o Office original, PhotoShop licenciado, entre outros.
Mas empresas de grande porte, estatais ou não, precisam usar esses programas e terem segurança de que eles vão falhar ou coisa do tipo.
Isso fazia a festa das companias que vendem os programas. Fazia.
Vários programas gratuitos e, praticamente, do mesmo porte de famosos conhecidos nossos, como Word e Excel, estão sendo lançados.
Os programadores desses softwares dão a opção do usuário de ajudar através de doações.
Para os futuros profissionais da área, resta apenas dá o exemplo e usar programas e sistemas operacionais originais.
quarta-feira, 18 de março de 2009
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