Também é visível a dificuldade de pessoas de baixa renda em manipular tantas ferramentas novas e acompanhar a veloz renovação delas.
É daí que surge o segundo assunto mais comentado nos últimos anos, só perde para o Aquecimento Global, a Inclusão Digital.
Nada mais do que o próprio nome já diz, a Inclusão Digital tem como objetivo socializar o conhecimento tecnológico com outras pessoas.
Levar até as pessoas o acesso à Internet, programas de edição de textos, informações e outros, fazendo, assim, com que todos tenham mais chances de sucesso no mercado de trabalho que, atualmente, requer um bom conhecimento na área de computação e em qualquer área tecnológica.
A inclusão vem ocorrendo em todo o mundo ao mesmo tempo e, junto com ela, também vem acontecendo o destaque de alguns países em desenvolvimento que é o caso do Brasil, Rússia, Índia e China, o grupo BRIC, sigla feita pelas inicias de cada país citado na ordem acima.
Segundo o economista Jim O´Neill, criador da sigla, esses países serão futuramente as grandes potencias mundiais dentro de 50 anos. A inclusão digital ocorrida neles é uma peça fundamental para isso acontecer. Uma nação com profissionais inteligentes na área de tecnologia é a grande chave para o crescimento e, com a popularização desses meios, tem-se a criação de novos gênios para o futuro, possibilitando a criação e aprimoramentos de tecnologias.
Além de estar presente em escolas estaduais e municipais, a também chamada Infoinclusão vem atingindo a população com uma renda média.
Devido aos baixos preços de computadores e o parcelamento em vários meses, o consumidor sai da loja com um computador relativamente bom , tendo linha telefônica em casa, já pode acessar à Internet.
A venda de PCs, hoje em dia, virou um comércio aberto. Já não encontramos computaores somente nas lojas especializadas em informática. Em lojas de eletrodomésticos e hipermercados, podemos facilmente encontrar seções específicas da área de informática. Dessa forma, o usuário possui um leque de opções para escolher a sua máquina: da mais simples até a mais sofisticada.
Prova disso: a venda de computadores no Brasil no ano de 2008, será de, aproxidamente, 12 milhões de unidades. 20% a mais que em 2007. A estimativa de venda para o ano de 2009, mesmo com a alta do dólar americano, ainda é positiva. Supõe-se que, em 2009, a venda de PCs será 9% maior que em 2008 e a venda de impressoras domésticas aumentará 6,6% em relação ao mesmo período.
Mas as pessoas que ainda não têm condições financeiras de adquirir um computador a solução para essas pessoas são as Lan Houses, que oferecem serviços de Internet, jogos e edições em geral, por um custo alto em relação ao tempo de utilização, mas baixo em relação ao custo de compra de um PC. Em media os preços variam de 1,00 real a 6,00 reais a hora, dependendo da localização do estabelecimento.
Ela não fica exclusivamente para os PCs, a inclusão também é de celulares, câmeras, equipamentos portáteis e etc, que também igual a computador, pode ser adquirido por um preço baixo, em média 100 reais, os modelos mais simples de celulares e de 400 as câmeras digitais, preços bem acessíveis para a maioria dos brasileiros.
Fonte:
BRIC :
Wikipedia
Dados das vendas de computadores no Brasil :
Portal Exame
Dados das previsões de venda de computadores em 2009 :
G1 Tecnologia